sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

A ROGUE FOR CHRISTMAS (Whittaker Girls #4)

EDIÇÃO PORTUGUESA: não existe
AUTORA: Kate Huntington
EDITORA: Zebra Books
ANO: 2001
PÁGINAS: 218

Devido à época natalícia, decidi ler um livro que, poderá não ser exactamente sobre o Natal, mas cuja história se passa no Natal. E tendo em conta o seu género, A ROGUE FOR CHRISTMAS é um livro bastante bom.

Em 1812, na época do Natal, Mary Anne Whittaker, de 14 anos, decide vender um medalhão que lhe fora dado pelo falecido pai, com o objectivo de conseguir dinheiro para proporcionar à sua família uma refeição digna. Quando um ladrão tenta assaltá-la, ela é salva por um atraente estranho que, não só a ajuda a vender o medalhão, como também proporciona à sua família a refeição natalícia que merecem. Mary Anne nunca esquece este simpático desconhecido e jura que, um dia, casará com ele.

O problema é que o homem em questão, Lionel St. James, não é exactamente um bom partido. Apesar de ser o filho mais velho de um nobre respeitável, viu a sua reputação arruinada ao ser acusado de raptar uma mulher. Apesar de não conseguir esquecer Mary Anne, mesmo passados 7 anos, ele sabe que nunca será suficientemente bom para ela. Quando aparece num baile onde sabe que ela estará, o amor que sentem um pelo outro ressurge. Ele imediatamente conquista a família dela, que o convida para passar a festas. Os problemas começam quando a família dele e a mulher que foi acusado de raptar aparecem com o mesmo objectivo.

O que torna este livro diferente de outros do mesmo género é, na minha opinião, o comportamento da heroína. Normalmente vemos uma mulher que se apaixona por um homem; de seguida alguém (normalmente o/a vilão/ã da história) lhe conta algo de muito mau em relação a ele e ela acredita. No final tudo é esclarecido e vivem felizes para sempre. Mary Anne não é assim: ela nunca acredita que Lionel tenha feito aquilo de que é acusado; pensa sempre o melhor dele e luta para limpar a sua reputação. Vê os vilões pelo que são e nunca os toma a sério. Gostei da sua perspicácia e da sua capacidade para lutar pelo homem que quer. É também fácil gostar do herói desta história: Lionel ama Mary Anne, mas está disposto a abrir mão dela para lhe proteger a reputação.

Achei estranho que um romance deste género tivesse tantas personagens secundárias. No entanto, depois de o terminar, descobri que este é o quarto numa série de romances que conta a história da família Whittaker. Pretendo ler os outros num futuro próximo.

Poderão achar estranho o facto de eu dar 8 a um romance cor-de-rosa. A ROGUE FOR CHRISTMAS poderá não ser uma obra-prima, mas cumpre muito bem o seu objectivo: entretém, conta uma história de amor bastante interessante e dá-nos o final feliz de que estamos à espera. Uma leitura muito agradável!

CLASSIFICAÇÃO: 8/10

"I have been poor, and I remember very well what it was like. But because I was poor and survived it, I no longer fear it. What I do fear is being buried alive in a marriage of the kind my mother would have for me."

POSSIBILIDADES CINEMATOGRÁFICAS: Não me parece que isto resultasse como filme a estrear nas salas de cinema, mas poderia dar um bom tele-filme ou uma minissérie.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

BELIEVE

EDIÇÃO PORTUGUESA: não existe
AUTORA: Victoria Alexander
EDITORA: Avon
ANO: 1998
PÁGINAS: 373

A lenda Arturiana sempre fascinou escritores, desde a era Medieval até aos dias de hoje. Noções como lealdade, honra e coragem nasceram aí. Em BELIEVE, Victoria Alexander pega na lenda e dá-lhe um twist moderno.

Tessa St. James é professora de Literatura Grega numa universidade norte-americana não especificada. Ela é uma mulher extremamente frontal e racional, que não acredita em mitos, magia ou amor. Ela é especialmente céptica em relação à lenda Arturiana, descartando qualquer hipótese de veracidade. Como não será difícil de adivinhar, depressa verá que está errada, pois o feiticeiro Merlin transporta-a para a mítica Camelot. O seu objectivo é fazê-la acreditar no amor e, com esse objectivo, dá-lhe uma missão: tem que ajudar Galahad, um dos cavaleiros da távola redonda, a encontrar o Graal, ou não poderá nunca mais voltar ao seu tempo. Como uma mulher do século XXI, Tessa tem dificuldade em adaptar-se à idade média: aos seus costumes, roupas, forma de falar e, sobretudo, àquilo que ela considera ser machismo. E as pessoas que a rodeiam também têm dificuldade em adaptar-se a ela, especialmente Galahad, que fica muito curioso em relação a esta mulher tão peculiar, com uma forma de falar e comportamento estranhos. Conforme se vão conhecendo, vão-se entendendo e a atracção inicial transforma-se em amor. Têm também que lidar com os vilões da história: Viviane, a mulher de Merlin, que deseja deixar a Idade Média e voltar ao mundo moderno e Mordred, o filho de Artur, que quer ocupar o lugar do pai.

A premissa deste livro não é propriamente original, mas não deixa de ser interessante. Apesar de ter alguns problemas com a heroína, as outras personagens são bastante interessantes. Gosto da forma como a autora utiliza a lenda Arturiana, tendo o cuidado de manter a fidelidade mas, ao mesmo tempo, fazer as mudanças necessárias à história.

Gostei de BELIEVE, é uma boa história com comédia, drama e alguma acção. Gostaria muito que alguém adaptasse este livro ao cinema.

CLASSIFICAÇÃO: 7/10

"When the peril is naught save illusion,
When the infidel comes to the fold,
When the offering can be no greater
Then the truth shall be revealed
and that which each man seeks shall be his."

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

THE SCARLET PIMPERNEL (The Scarlet Pimpernel #1)

EDIÇÃO PORTUGUESA: não existe
AUTORA: Baronesa Emmuska Orczy
EDITORA: House of Stratus
ANO: 1905
PÁGINAS: 294

Este livro é tão popular no mundo anglófono, que até admira nunca ter sido traduzido para português. Até hoje, mais de um século depois de ter sido publicado pela primeira vez, THE SCARLET PIMPERNEL continua a ser lido e apreciado por milhões de pessoas. E, na verdade, a sua influência ainda hoje se faz sentir. A Baronesa Emmuska Orczy, uma húngara naturalizada britânica, criou um dos primeiros heróis que se mascaram para combater a injustiça. Apenas dez anos depois, o escritor norte-americano Johnston McCulley criou o bem mais conhecido Zorro, mas foi a Baronesa Orczy que inventou esta ideia do herói mascarado, que finge ser alguém pouco corajoso para que nunca desconfiem da sua identidade. Todos os super-heróis que conhecemos hoje nasceram de uma ideia criada por Orczy.

A "scarlet pimpernel" é uma flor, conhecida em português como pimpinela (ou anagálide) vermelha. No livro, é esse o símbolo que o herói utiliza para assinar as cartas que escreve aos seus colaboradores e inimigos. A acção passa-se em 1792, no pico da Revolução Francesa. Matar membros da nobreza tornou-se um hábito e ninguém é poupado, nem mesmo crianças. O herói conhecido como The Scarlet Pimpernel dedica-se a salvar estas pessoas da guilhotina e a enviá-las para Inglaterra. Ele é tão engenhoso e inteligente (como nos é demonstrado logo no primeiro capítulo) que o Governo Revolucionário não o consegue apanhar. Apenas os seus colaboradores conhecem a sua identidade.


The Scarlet Pimpernel é, na verdade, o nobre inglês Sir Percy Blakeney, que para todos os que o conhecem não passa de alguém aborrecido e desinteressante. Ele é casado com a francesa Marguerite St. Just que, ao contrário do marido, é admirada por todos pela sua inteligência e beleza. O casamento dos dois tornou-se frio, sendo baseado num desprezo mútuo, causado, em ambos os lados, por mal-entendidos: ela desespera-se com a personalide monótona do marido; ele acredita ser ela a responsável por enviar um nobre que ele tentou salvar para a guilhotina.


O vilão da história é Chauvelin, um representante do Governo Revolutionário, cuja missão é capturar o Scarlet Pimpernel. A oportunidade perfeita para isso surge quando o irmão de Marguerite, Armand, parte para França, dando a Chauvelin uma razão para a chantagear: ou ela descobre a identidade do Scarlet Pimpernel ou Armand sofrerá as consequências. Desesperada, Marguerite consegue obter informação que permite a Chauvelin descobrir a identidade do herói. Sem mais ninguém a quem recorrer, ele pede ajuda a Percy, que promete fazer tudo o que puder para salvar Armand. Após ele partir para França, Marguerite descobre, horrorizada, que ele é o Scarlet Pimpernel. O que se segue é uma corrida contra o tempo em que ela o tenta avisar do perigo e ele tenta salvar Armand e outras vítimas.


Este livro tem tudo: acção, aventura, romance, drama, comédia e, acima de tudo, suspense, conseguindo lidar, ao mesmo tempo com temas mais profundos como amor, confiança, lealdade, manipulação e fazer o que está certo. Fala-nos também de máscaras, das máscaras que usamos perante os que no rodeiam e que nos permitem esconder quem somos; das máscaras usadas por ambos os protagonistas, que os afastam um do outro.


THE SCARLET PIMPERNEL tem apenas dois defeitos:

- tendo sido a autora um membro da nobreza, faz com que seja, por vezes demasiado parcial;
- as descrições são, por vezes, um pouco exageradas.

Fora isso, THE SCARLET PIMPERNEL é, sem dúvida, um dos melhores livros que já li.


CLASSIFICAÇÃO: 9/10

"They seek him here, they seek him there
Those Frenchies seek him everywhere
Is he in heaven or is he in hell?
That demned elusive Pimpernel"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Morte de José Saramago

Morreu hoje o escritor José Saramago. Goste-se ou não dele, não se pode negar a importância da sua obra na literatura e cultura portuguesas. Saramago faleceu hoje, às 12:45, em Lanzarote. Tinha 87 anos.

domingo, 6 de junho de 2010

Parabéns Livrozitos!


Este blogue tem sido incrivelmente mal tratado por mim mas, de qualquer forma, não podia deixar de assinalar o seu 1º aniversário.

sábado, 5 de junho de 2010

Um novo blogue

Olá a todos. Quem lê os meus dois blogues, este e o FILMEZITOS, deve ter começado a reparar que comecei a falar sobre outros temas que nada têm a ver com filmes ou livros. Comecei a pensar que, se calhar, deveria criar um novo blogue. Daí surgiu a ideia deste blogue onde vou falar de três coisas: isto, isso e aquilo. Espero que gostem e sejam bem-vindos!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Respeito pelos livros e quem os escreve

Quem escreve um livro (seja que tipo de livro for) faz muito mais do que pôr palavras no papel: passa ideias e pensamentos mas, mais do que isso, dá ao leitor um bocado da sua alma, partilha um pouco de si. Ter a coragem e a generosidade de fazer isso é de uma beleza que talvez nem toda a gente consiga entender. É por isso mesmo que um livro e quem o escreve devem ser tratados com respeito. Este caso que vi no Nós por Cá revoltou-me particularmente. Vejam o vídeo e digam-me se não se trata de uma enorme falta de respeito para com o trabalho desta senhora.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Matosinhos: uma cidade com História


Vivo em Matosinhos há 22 anos, praticamente a minha vida inteira (vim para cá viver aos 5 anos). Recentemente, ao ver um cartaz no metro que anunciava uma feira do livro em Matosinhos, percebi que sabia pouco sobre a História daquela que considero a minha cidade. Decidi pesquisar.

A povoação é anterior à fundação da nacionalidade portuguesa, pois já existia no ano de 900, chamando-se Matesinus. Em 1258, figurou com o nome de Matusiny nas inquirições de D. Afonso III. Pertencia, na altura, à freguesia de Sandim. D. Manuel I concedeu-lhe foral no dia 30 de Setembro de 1514. Em 1833 foi criado o concelho de Bouças, ficando nele incluídas as freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira, entre outras. A vila de Matosinhos, constituída pelas freguesias de Matosinhos e Leça, foi criada em 1853. Em 1867 foi criado o concelho de Matosinhos, voltando à organização anterior 20 dias depois. Em 1909 dirigiu-se um pedido ao governo para ser criado em definitivo o concelho de Matosinhos, por este lugar ser mais importante que o de Bouças. Desta forma, o concelho de Matosinhos foi criado definitivamente em 6 de Maio de 1909. Matosinhos foi elevado a cidade em 28 de Maio de 1984, 75 anos depois de se ter tornado concelho.

Na Alta Idade Média este território foi marcado pelo Mosteiro de Bouças, construído no século X e cuja fundação é anterior à nacionalidade. Foi ele que fez desenvolver todo o aglomerado populacional que encabeçaria a divisão administrativa do Julgado de Bouças, cuja fundação é anterior à nacionalidade. Localizava-se no litoral e a Sul do rio Leça e estava associado à Rainha Santa Mafalda, filha do rei D. Sancho I. Foi este rei que ordenou a sua destruição em 1306. No século XVI, a Universidade de Coimbra decide construir uma igreja em Matosinhos, hoje conhecida como a Igreja do Bom Jesus. As ruínas da velha Igreja de Bouças ainda existem, principalmente o muro. O lugar de Bouças ainda existe, ocupando as traseiras do Palácio da Justiça e sendo hoje conhecido como Rua do Convento. O Mosteiro de Bouças estava também associado à Lenda do Senhor de Matosinhos. Passo a transcrevê-la:
 
" A milagrosa imagem do Senhor de Matosinhos é, segundo a tradição, das mais antigas que se veneram em toda a cristandade.

Diz-se que esta imagem foi feita por Nicodemo, testemunha ocular das últimas horas de Jesus, e que, por esta razão é cópia fiel do rosto de Cristo. Segundo a mesma tradição, Nicodemo teria esculpido mais quatro imagens, hoje veneradas em vários locais do mundo, sendo a do Senhor de Matosinhos não só a primeira mas também a mais perfeita.

Nicodemo assistiu aos tormentos de Jesus e, depois da morte na Cruz, auxiliou José de Arimateia a descer o corpo. Juntos embalsamaram Cristo e depositaram-no no túmulo. José de Arimateia teria recolhido o sangue de Jesus no Graal e Nicodemo os instrumentos da Paixão, conservando em seu poder, por muito tempo, o sudário em que ficou gravada a imagem de Jesus.

A imagem de Matosinhos é oca no tronco, porque, diz a tradição, aí escondeu Nicodemo os instrumentos da Paixão. Realmente, os estudiosos da questão dizem que se se reparar bem, as costas são anteparadas de uma tela fina que se confunde com a matéria de que é feita a imagem, tela esta tão bem preparada que tem resistido à corrupção dos tempos. O mesmo material forma a toalha com que foi envolvido o corpo da imagem. A toalha, que desce da cintura cobrindo a perna direita até ao joelho e a esquerda até à canela, está tão ligada ao corpo que parece ter sido esculpida na mesma madeira daquele.

Nicodemo sobreviveu a Cristo muitos anos e sabe-se ter sido perseguido pelos judeus, que, em determinada altura, lhe confiscaram todos os bens. As perseguições aos cristãos de então correspondiam a igual perseguição às imagens e objectos por eles considerados sagrados. Por isso muitas foram escondidas em subterrâneos ou simplesmente atiradas ao mar para se salvarem das fogueiras a que estavam votadas.

Conta-se então que, tendo Nicodemo feito aquela a que depois se chamou Senhor de Matosinhos, a atirou ao mar para a livrar de perseguições. Desceu ao porto de Job, que fica nas costas da Judeia, no Mediterrâneo, e lançou-a ao mar. A imagem atravessou-o de nascente a poente, passou o estreito de Gibraltar e, já no Atlântico, rumou para norte, aportando por fim à praia de Matosinhos.

Nesta viagem, porém, a imagem de Cristo perdeu um braço. As populações, que então lhe erigiram, em Bouças, um templo, pouco se importaram com o pormenor e passaram a venerá-la sob a designação de Nosso Senhor de Bouças, pois desde logo lhe foram imputados vários milagres. Durante cerca de cinquenta anos, a bela imagem de Cristo agonizante na Cruz, com um olho meio aberto sobre a humanidade e o outro fitando o céu, apelando a seu Pai a salvação do Mundo, foi venerada sem o braço.

Diz-se, porém, que andava um dia na praia de Matosinhos uma mulherzinha a apanhar destroços trazidos pelo mar, para alimentar o seu lume, e viu um objecto que lhe pareceu óptimo para o efeito. Pegou nele, meteu-o no cabaz juntamente com outros bocados de madeira e voltou para casa.

Chegada a casa, ateou a lareira e deitou-lhe dentro o que lhe parecia ser um bocado de lenha. Mas o cavaco saltou para fora do lume. Insistiu a mulher e, tantas vezes quantas ela ali o deitou, o bocado saltava para fora.

Esta mulherzinha tinha uma filha que lhe nascera muda, segundo conta a lenda. Olhando para a criança, que fazia gestos aflitivos e abria a boca como quem quer forçosamente dizer qualquer coisa, a mulher, assombrada, ouviu-a dizer:

- Ó minha mãe, não teime em deitar isso ao lume! Olhe que é braço do Nosso Senhor de Bouças!

Atónita e amedontrada, por ouvir assim falar a filha, que nunca dissera uma palavra, e por ver a acha saltando da lareira, a mulher saiu de casa gritando que lhe acudissem. Vieram as vizinhas, às quais ela contou o que se passara, e, pegando respeitosamente no destroço achado na praia, foram à igreja ver se o que a rapariga dissera era verdade. E, ante o assombro de todos, o braço ficou tão ajustado à imagem que nunca mais ninguém pode saber qual deles alguma vez lhe faltara.

Assim acaba a lenda do Senhor de Matosinhos, primeiramente chamado Nosso Senhor de Bouças. No século XVI a imagem feita por Nicodemo foi mudada para Matosinhos, onde lhe construíram um templo maior e mais importante, apropriado às enormes romarias que há séculos lhe fazem e de tamanho mais condigno às ofertas que lhe trazem em agradecimento das graças concedidas."

Para escrever este texto consultei:
-
o site da Câmara Municipal de Matosinhos, para a parte que diz respeito à História da cidade;
-
o artigo "Ciclo «Novos Estudos Matosinhenses»: Bouças acolheu relíquia de Nicodemos", escrito por Dulce Salvador para a edição online do Jornal Matosinhos Hoje, para a parte que diz respeito ao mosteiro de Bouças;
- o capítulo intitulado "O Senhor de Matosinhos", no livro LENDAS PORTUGUESAS-VOL 1: LENDAS NORTENHAS, com texto de Fernanda Frasão, para a parte que diz respeito à lenda do Senhor de Matosinhos.

A Feira do Livro que referi no início está a ter lugar na Galeria Nave dos Paços do Concelho desde 15 de Abril e lá estará até 25 de Maio. Podem consultar o programa
aqui.

A fotografia que vêm no início é da rua de Brito Capelo, que é considerada a "baixa" de Matosinhos.